1. Definição do objetivo
Cada calculadora começa com uma pergunta concreta. Definimos quais entradas são necessárias, qual unidade será usada e o que o resultado pode ou não responder. Evitamos apresentar estimativas como diagnósticos, cotações ou decisões definitivas.
2. Fórmula e fonte
Operações matemáticas básicas usam definições consolidadas. Métodos nomeados, como Mifflin–St Jeor, IMC, sistema Price e índice de calor, são identificados no conteúdo da ferramenta. Quando uma referência externa ajuda o usuário a conferir o método, a página inclui um link direto.
3. Implementação e privacidade
Os cálculos são executados no navegador. As entradas recebem limites e validações para reduzir divisões por zero, unidades incompatíveis, datas impossíveis e outros erros previsíveis. Os valores digitados não precisam ser enviados ao servidor para produzir a resposta.
4. Testes de conferência
Verificamos exemplos resolvidos manualmente, entradas mínimas e máximas razoáveis, zero, números decimais e combinações inválidas. Conversores são testados também no caminho inverso. Resultados exibidos podem ser arredondados, enquanto o cálculo interno preserva maior precisão.
5. Explicação própria
Cada página informa finalidade, interpretação, cuidados de preenchimento, limitações e um exemplo relacionado à ferramenta. O objetivo é permitir que o usuário entenda o número, e não apenas copie uma resposta.
6. Conteúdos sensíveis
Ferramentas de saúde e finanças recebem avisos específicos. Elas não substituem avaliação clínica, aconselhamento financeiro, contrato, proposta oficial, contador ou responsável técnico. Fórmulas populacionais e cenários constantes podem não representar uma pessoa ou operação real.
7. Revisões e correções
A data de revisão aparece nas páginas de ferramenta. Relatos recebidos pelo canal de contato são reproduzidos com os mesmos dados; quando o problema é confirmado, corrigimos cálculo e explicação em conjunto.
Última revisão da metodologia: 15 de julho de 2026.